Papel de parede volta de Jesus
"ENTREGA TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARA".
SALMOS 37.5

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Katy Perry diz que o papa Francisco é um “rebelde para Jesus”

O Papa Francisco é um “rebelde para Jesus”, segundo Katy Perry – e a cantora que se afastou de sua fé de infância disse que nunca deixou Deus para trás.
Em uma entrevista para a Revista Vogue Australia, Perry fala sobre sua visita a Roma para uma audiência com o Papa Francisco em abril passado.

“Tudo começou quando estávamos na parte asiática da turnê e eu fui à missa com minha mãe”, ela diz. ‘Ela não cantava essas músicas em 40 anos e vê-la me fez chorar. É tão bonito e humilhante se re-centrar em um lugar onde não é sobre qualquer outra coisa, mas se reconectar com o divino”.
Os pais de Perry são cristãos evangélicos, mas sua mãe foi criada como católica romana. Ela falou anteriormente sobre reagir contra sua educação altamente conservadora, descrevendo-se como a ‘ovelha negra’ da família.
No entanto, ela disse à Vogue: “Minha mãe orou por mim a vida toda, esperando que eu voltasse para Deus. Eu nunca o deixei, eu era apenas um pouco secular, eu era mais materialista e mais voltado para a carreira. Mas agora que estou nos meus 30 anos, é mais sobre espiritualidade e plenitude de coração ”.
Ela disse sobre o papa: “Sou uma grande fã do Papa Francisco. É uma combinação de compaixão, humildade, severidade e recusa. Ele é rebelde – um rebelde para Jesus”.
Ela acrescentou: “Ele está trazendo a Igreja de volta à humildade e se conectando com as pessoas. Ele é muito humilde e não é frívolo”.
Perry disse a Marie Claire em 2013: “Eu não acredito em um céu ou inferno ou um velho sentado em um trono. Eu acredito em um poder maior que eu, porque isso me mantém responsável”.
“Eu não sou budista, não sou hindu, não sou cristã, mas ainda sinto que tenho uma conexão profunda com Deus”.

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Feiticeiros morrem após fogo “cair do céu” em sacrifício de crianças, em Uganda

Imagem ilustrativa. Foto exibe corpos queimados diante de centenas de pessoas, em região da África. (Foto: Reprodução)
Imagem ilustrativa. Foto exibe corpos queimados diante de centenas de pessoas, em região da África. (Foto: Reprodução)
Nos últimos anos, investigações vêm revelando que rituais envolvendo o sacrifício de crianças em Uganda têm se tornado uma prática cada vez mais frequente. Combater esse tipo de atividade se tornou uma das missões do Projeto Daniel, idealizado pelo pastor brasileiro Joel Engel.
Uma equipe de missionários liderados por Engel esteve no ano passado em Uganda, acompanhados pela reportagem do Guiame, e se deparou com a realidade dos sacrifícios de crianças em algumas tribos da cidade africana de Kasese, a oeste do país.

Na região que hoje abrange o Reino de Bahiira, próximo da fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo, os missionários enfrentaram uma verdadeira batalha espiritual.
“Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]”, disse Engel ao Guiame.

Na ocasião, o pastor confrontou a prática realizada pelos feiticeiros e denunciou a matança de crianças e adolescentes. “Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir”, destacou.
Engel reuniu toda sua fé para profetizar o fim dos sacrifícios e a queda do antigo rei. “Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar”, contou.

Semanas após a visita da equipe, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, ordenou a prisão do antigo rei, liberando documentos para que o novo rei assumisse o governo.

Pastor Joel Engel durante ministração em uma tribo de Kasese, em Uganda. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Ação sobrenatural
No entanto, os antigos rituais foram retomados e provocaram no pastor um sentimento de indignação. Movido pelo Espírito Santo, Engel enviou uma mensagem aos feiticeiros — que foi traduzida para a língua local — alertando que Deus queimaria com fogo dos céus todo aquele que tentasse sacrificar crianças.
Imediatamente, líderes da Força Global de Oração foram convocados para iniciar uma corrente de intercessão em favor da África. Na mesma semana, treze pessoas envolvidas com um ritual morreram queimadas.
Mangeni (nome fictício por razões de segurança), um pastor local, relatou à equipe do Projeto Daniel que no momento do ritual “caiu fogo dos céus” e os feiticeiros foram mortos antes que pudessem matar três crianças, que não sofreram nenhum ferimento.
Ele também disse que o governo local ficou espantado com o que aconteceu e reconheceu como um ato divino, mas quer manter a causa das mortes em sigilo para proteger a cultura da região.
“O governo de Uganda aceitou o que aconteceu, mas eles disseram que têm que proteger a cultura de seu povo. Eles acreditam que a exibição de tais coisas na televisão e nas mídias sociais mostram a fraqueza do governo”, disse o pastor.
Mangeni também relatou que as pessoas que morreram não eram cidadãos comuns, mas autoridades locais que estavam diretamente envolvidas com rituais macabros de magia negra. Por isso, segundo a testemunha, a polícia local não quer divulgar que o acontecimento foi resultado de uma ação de Deus.
“As pessoas que morreram não são pessoas comuns, mas eram pessoas importantes. A polícia não pode dar um relatório dizendo que eles morreram por causa do fogo do céu, eles disseram que ainda estão investigando”, contou o pastor.

Crianças são frequentemente alvo de sacrifícios humanos, em Uganda. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Riscos envolvidos
Outra pessoa que testemunhou sobre o ocorrido foi Nakawa (nome fictício), que informou que um jornalista da região que cobriu o acontecimento está desaparecido e uma feiticeira envolvida no ritual teria sobrevivido, mas que está hospitalizada com queimaduras muito graves.
“As pessoas estão impactadas com o que aconteceu, muitas não querem falar sobre o assunto por causa das ameaças. Este acontecimento pode resultar em uma guerra interna, pois ainda existem pessoas que defendem estes rituais”, disse Nakawa.
Ele ainda observou que o presidente da Uganda é cristão e luta contra os sacrifícios humanos, mas as pessoas continuam fazendo os rituais secretamente. Essas pessoas estariam se utilizando das leis culturais para continuar praticando os rituais.


https://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/feiticeiros-morrem-apos-fogo-cair-do-ceu-em-sacrificio-de-criancas-em-uganda.html

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Lua de Sangue de 2018 reacende debate sobre sinais do fim do mundo

Lua de Sangue
Lua de Sangue
Entre sexta (27) e sábado (28) de julho, ocorrerá o maior eclipse lunar total do século. Ele terá durabilidade de 103 minutos e visível, total ou parcialmente na Austrália, na Ásia, na África, na Europa e América do Sul (incluindo o Brasil), mas não em todas as fases.
Porém, na região que compreende o Oriente Médio e norte da África ele coincide com um fenômeno conhecido como “lua de sangue”, onde o astro ficará com coloração avermelhada, porque a luz do Sol que chega à Lua durante o eclipse, ao invés de atingi-la diretamente, atravessa a atmosfera terrestre, causando o avermelhamento.
    Além da astronomia, que explica o fenômeno, para alguns pastores e estudiosos, trata-se de uma questão teológica. O assunto divide opiniões, mas vários deles alegam ser um “sinal” ligado às profecias sobre o final dos tempos.
    Em 2008, o assunto passou a ganhar popularidade por causa do pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava que teve uma revelação quando estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
    “O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.
    Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.
    Contudo, uma série de quatro luas de sangue – entre 2014 e 2015 – que coincidiram com festas do calendário bíblico, passaram e nenhuma grande mudança foi observada em Israel.

    Alerta divino

    Agora, o pastor Paul Begley voltou a tocar no assunto ao falar em vídeos no Youtube sobre a lua de sangue e o eclipse do próximo dia 27. Ele defende que o evento astronômico, foi predito como sinal do fim em textos de Joel, Atos e Apocalipse.
    Em um sermão de uma hora e meia de duração, Begley enfatizou que lua de sangue, em conjunção com erupções vulcânicas contínuas, furacões e terremotos são um alerta divino. Em especial porque este ano Israel completou 70 anos de renascimento, o que teria um aspecto profético.
    Segundo o pastor norte-americano, a combinação de “eventos catastróficos” acontecendo em todo o mundo está ligada ao Dia do Juízo, mas explica que não está marcando 27 de julho como “a data do fim do mundo”.

    Oportunidade de evangelização

    Ao mesmo tempo, o apologeta Jeff Zweerink, defende que os cristãos deveriam ver esses eventos celestes como uma oportunidade de compartilhar o evangelho.
    “Deus fez uma criação espetacular para nós contemplarmos”, disse Zweerink, que também é astrofísico e pesquisador na Universidade UCLA.
    Esses eventos, insiste, dão aos cristãos “uma oportunidade de conversar com os não-cristãos sobre o Evangelho e a Criação de Deus. Afinal, a Criação é um grande testemunho”, acrescentou.
    Ele diz que não ignora as profecias, mas defende que os fenômenos naturais podem ser previstos e explicados. “Esse é um princípio bíblico”, enfatiza Zweerink. “A confiabilidade que Deus cumprirá Suas promessas pode ser comparada como maneira como a Criação se comporta”. Com informações de Express e Christian Today.

    https://noticias.gospelprime.com.br/lua-de-sangue-2018-sinais-fim-do-mundo/

    Aline Barros e Bruna Karla gravam programa na Globo e apresentador “ateu” se emociona

    As cantoras gospel Aline Barros Bruna Karla, gravaram na última terça-feira(17), uma participação no programa “Conversa com Bial”, da Rede Globo de Televisão.
    O programa vai ao ar na próxima terça-feira 24 de julho. Aline e Bruna também fizeram um dueto. Além de contarem um pouco de suas carreiras, e os planos para o futuro. O apresentador Pedro Bial, em um certo momento da entrevista, se emocionou com o testemunho de superação da cantora Bruna Karla.
    Entre as músicas que as cantoras cantaram juntas estão; Rompendo em fé, Porque Ele vive, entre outras. Resta saber qual será escolhida para ir ao ar.
    As duas cantoras foram acompanhadas pelos músicos da banda do programa, que após algumas minutos de ensaios, tocaram sem muito esforço os principais sucessos de ambas as cantoras.
    Bruna assim como Aline, foi acompanhada pelo o esposo para gravação. A entrevista se estendeu por um bom tempo, e apesar das cantoras postarem as fotos da gravação em suas redes sociais, e descreverem que foi uma benção, que foi tudo lindo e cheio da presença de Jesus, alguns internautas desaprovaram a atitude das cantoras em participarem de um programa da Rede Globo, que em suas programações, faz apologia a diversas práticas que vão de encontro aos ensinamentos bíblicos.
    Vejam alguns comentários no Instagram das cantoras.


    https://www.ofuxicogospel.com.br/2018/07/aline-barros-e-bruna-karla-gravam-programa-na-globo-e-apresentador-ateu-se-emociona.html/

    Pastor proíbe mulheres de usarem roupas íntimas durante os cultos para “sentirem-se mais perto de Deus”



    As doutrinas evangélicas pentecostais têm se aproximado cada vez mais da bizarrice: em Nairóni, Quênia, um pastor proibiu as mulheres que frequentam sua igreja de usarem roupas íntimas durante os cultos.
    A ordem do pastor veio acompanhada do argumento de que, sem calcinhas, elas poderiam sentir-se mais próximas de Deus. Esse modo estranho de se aproximar de Deus se assemelha à estratégia do pastor sul-africano que mandou os fiéis comerem grama durante o culto.
    O pastor Njohi, líder da Lord’s Propeller Redemption Church, em Nairobi, acredita que se as mulheres estiverem sem sutiã e calcinhas, poderiam ficar livres em sua “mente e corpo” e tornar o contato espiritual mais simples.
    Segundo o site inglês Metro, “estranhamente o pastor não ordenou aos homens que fossem sem cuecas ao culto”.
    Para fazer valer sua ordem, o pastor frisou que as mulheres seriam punidas caso não aderissem à nova regra. Aparentemente a nova doutrina foi acatada, porque a maioria das mulheres que frequentam a igreja diziam ter atendido o pedido do pastor.
    https://noticias.gospelmais.com.br/pastor-proibe-mulheres-roupas-intimas-durante-cultos-65648.html

    Adolescente arrastado para o alto-mar fica 10 horas à deriva falando com Deus “a noite inteira”



    Milhares de pessoas por ano são arrastadas por correntes marítimas enquanto tomam banho nos mares dos litorais pelo mundo. A maioria são turistas, que, empolgados com a diversão e o entretenimento, se esquecem dos perigos e cuidados necessários para não colocarem suas vidas em risco, sendo surpreendidos pelas armadilhas do oceano.
    Ao que parece, foi isso o que aconteceu com o adolescente Blake Spataro, da Louisiana, Estados Unidos. Ele e a sua família estavam visitando a ilha de St. Simon, na Geórgia, a maior da região em um conjunto de quatro, muito visitadas por turistas do país e outras partes do mundo.
    Spataro disse ao canal WJAX-TV que estava sentado na parte rasa do mar, quando percebeu que estava sendo arrastado por uma corrente marítima para distante da costa. Distraído com a diversão, o adolescente não notou que o mar poderia mudar rapidamente.
    Sem ter como lutar contra a corrente, para não ficar muito exausto e terminar se afogando por cansaço, Spataro fez o certo e se deixou levar pela maré, acabando parar no alto-mar. Sozinho e sem ter para quem pedir ajuda, ele poderia entrar em desespero, mas não foi isso o que aconteceu.
    “Eu não queria morrer ali. Eu falei com Deus a noite inteira”, disse ele, explicando que nos momentos de maior cansaço, ficava boiando de costas para o mar. No total, foram longas 10 horas à deriva no Oceano Atlântico aguardando o resgate.
    “Eu sabia que ele estava na água. Eu senti”, disse Janice Dansby Spataro, a mãe do adolescente em entrevista à Fox News. “Eu orei a Deus durante toda a noite. Eu estava orando e estendi a mão na mídia social para pedir oração porque há poder na oração”.
    Spataro contou que viu luzes de um navio da Guarda Costeira perto de onde estava. Ele então decidiu utilizar suas últimas forças para nadar contra a corrente, indo parar em uma costa há vários quilômetros da ilha St. Simon.
    O testemunho de fé do adolescente foi televisionado e o seu resgate comemorado pelos familiares.

    https://noticias.gospelmais.com.br/adolescente-arrastado-para-o-alto-mar-100239.html

    Cristãos devem evangelizar e envolver-se com o trabalho da igreja local, diz pastor

    Um pastor está chamando os cristãos para uma mudança de atitude em relação à igreja local, pedindo que se envolvam com a Obra de Deus e que tenham mais compromisso com o trabalho que é feito.
    Chris Sonksen, pastor da Igreja de South Hills, na Califórnia, revela uma análise de pesquisa que indica o quanto a frequência à igreja nos Estados Unidos diminuiu.
    Regularmente, eu reúno e treino pastores e líderes de igrejas de todo o país através da minha plataforma de liderança, ChurchBOOM. Essas conversas têm um tema comum: muitos dos membros que frequentam a igreja estão inativos em respeito a servir, dar e alcançar a comunidade com o Evangelho”, diz o pastor.
    Na maioria das igrejas, 80% do trabalho é feito com apenas 20% ou menos da congregação. Nós nos tornamos uma igreja de espectadores e a equipe pastoral está se esgotando”
      
    Sonksen revela outros números que são motivo de reflexão: “Apenas 39% dos crentes ativos literalmente consideram a Bíblia como a Palavra de Deus. Menos de 20% obedecem ao princípio bíblico de contribuição e apenas 5% compartilham sua fé com um não convertido. Mais da metade da igreja local frequentam os cultos uma vez por mês ou menos.”
    Para ele, a conclusão parece lógica: “Algo precisa mudar. Essa frequência casual e a ideia de que os outros sirvam, contribuam e anunciem o Evangelho estão lentamente destruindo as igrejas. Então é hora de entrar ou sair.”
    A partir daí ele propõe que os crentes acomodados “renunciem“. “Isso mesmo, renuncie, renuncie à maneira casual de ver os princípios de Deus, você pode imaginar o que aconteceria com nosso caminho pessoal de fé e com nossa comunidade de fiéis?“, pergunta ele.
    O pastor defende que essa decisão é capaz de revolucionar a igreja. “Minhas conversas com os cristãos nos últimos anos revelaram o motivo da desmotivação na igreja, a verdade é que, se não somos apaixonados por algo, não o fazemos, se não gostamos de algo que acontece na igreja buscamos outra coisa: quando acreditamos que as práticas espirituais não se encaixam em nosso estilo de vida, simplesmente não as praticamos“, diz ele.
    O líder cristão lembra que “a Igreja local não é um edifício, é um corpo de crentes que cumpre o propósito de Deus. Quando os crentes veem sua participação e compromisso individual uma maneira casual, eles enfraquecem todo o corpo de Cristo e o impacto que somos chamados a causar na sociedade. Deus quer que realizemos o nosso potencial nEle.”Ele concluiu dizendo que Jesus “sentia que valia a pena morrer pela Igreja e, como cristãos, deve ser a nossa missão de valorizar isso e viver para ele. E a melhor maneira de fazê-lo é ´sair’ da igreja como temos hoje.”


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