Papel de parede volta de Jesus
"ENTREGA TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARA".
SALMOS 37.5

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O MODO DE SER SAL E LUZ NUM MUNDO CORRUPTO E DE TREVAS

Há um excelente sermão de Charles Haddon Spurgeon, intitulado Entre Leões, no qual ele destaca especialmente a insensatez em se tentar urrar com aqueles que urram conosco, pela sua condição de serem contrários a Cristo e ao seu evangelho.

Spurgeon diz que ovelha não urra, e que deve portanto simplesmente se entregar ao cuidado do seu Pastor Supremo – Cristo – para viver neste mundo de muitos leões que procuram devorar o viver santo e justo da pessoa piedosa.

Aplicado e estendido à vida prática de nossos dias, isto deveria ser considerado mormente em se refletir do quanto possui de evangélico e divino levantar bandeiras para a transformação da sociedade como um todo, tentando, ainda que indiretamente impor valores cristãos e evangélicos, sobretudo pela via do exercício da política, seja ela governamental, em ONG’s, ou o que for.

Não encontramos respaldo bíblico para se fazer tal coisa em nome de Cristo. Se alguém deseja fazê-lo que o faça em seu próprio nome, ou de sua agremiação secular, mas jamais em nome da religião, porque não é este o propósito do evangelho.

Quando Jesus estabeleceu a ordem de se pregar o evangelho a todos e em todas as partes do mundo, o alvo não é o de converter todas as pessoas do mundo à fé evangélica, mas alcançar os eleitos através da pregação – Deus conhece os que hão se ser salvos, e os salvará por seu próprio poder e meios, sem que nenhum venha a faltar.

Então, quando se age como a palmatória do mundo, quando se pensa em converter toda a sociedade à fé cristã ou aos valores cristãos, não é de se estranhar que se esteja urrando, apesar de ser ovelha, a leões, e a consequência imediata é que estes leões urrarão e prevalecerão, porque farão o que lhes é próprio, segundo a sua natureza.

Por isso nosso Senhor, em outra comparação ilustrativa, nos adverte com as seguintes palavras: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mateus 7.6)

Ele pinta os que Lhe odeiam e ao evangelho, e perseguem os cristãos com estas cores fortes para destacar o desprezo deles pelo que é santo e justo, e a sua disposição em dilacerar os que lhes incomodam tentando lhes convencer da santidade que há na Palavra de Deus – ressalte-se a imprudência e falta de sabedoria deste comportamento de tentar impor a verdade do evangelho porque, pelo mesmo evangelho nos é ordenado evitar a pessoa facciosa, desviando-se dela.

E para o mesmo propósito, Jesus nos recomenda mansidão e cautela ao pregar a verdade num mundo em que há pessoas dispostas a usarem até mesmo de violência extrema para deter a citada pregação:

“Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”(Mateus 10.16)

O modo de ser sal e luz do mundo, portanto, não é impondo padrões à sociedade como um todo, mas vivendo santa, justa e piedosamente, no amor de Cristo, fazendo o bem a todos, inclusive aos nossos inimigos e aos que nos perseguem e amaldiçoam, todavia, nunca se esquecendo que a palavra do evangelho e o poder da graça de Jesus Cristo, há de se mostrar eficaz tão somente àqueles que se arrependem e que de bom grado e voluntariamente acolhem a Palavra da verdade com mansidão em seus corações.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Mão de Deus?




Mão de Deus? Nuvem misteriosa aparece na fronteira de IsraelMão de Deus? Nuvem misteriosa aparece na fronteira de Israel
No final de novembro, 4 soldados do Estado Islâmico foram mortos pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), que patrulhavam a fronteira com a Síria, nas Colinas de Golã.
Além de trocar tiros com os jihadistas que tentavam violar a soberania do Estado Judeu, caças israelenses foram acionados e bombardearam o local.
Surpreendentemente, na manhã desta quinta-feira (1/12), uma imensa nuvem  – que parecia ser ao mesmo tempo de chuva e uma tempestade de areia –  pairava ao nível do solo bem na região fronteiriça. Não se trata de um fenômeno climático “normal” e o vídeo com seu registro está chamando atenção nas redes sociais.
São mais de três milhão de visualizações e passou de 150 mil compartilhamentos. Os milhares de comentários da postagem no Facebook mostram que para a maioria das pessoas trata-se de algum tipo de “sinal divino”.
Muitos sugerem que tratar-se de uma mensagem para os inimigos de Israel, como um “lembrete” das promessas bíblicas que o Senhor cobriria o seu povo. A nuvem ganhou o apelido de “mão de Deus”.
Alguns sinalizavam que podia ser outra falsificação como os sons de trombeta supostamente ouvidos sobre Israel, um vídeo que também viralizou na internet, mas depois foi revelado que era uma montagem.
Houve quem fizesse menção a passagens bíblicas sobre a nuvem que guiava o povo de Israel durante os 40 anos no deserto.
Não há registros de quem filmou a estranha aparição, mas é possível identificar que foi em um local muito perto da divisa, onde estão acampados soldados da IDF. O que mais chama atenção é que a nuvem não ultrapassa a fronteira, ficando apenas em território sírio, formando uma espécie de barreira.
O evento ocorreu cerca de um mês após a Organização das Nações Unidas ter exigido que Israel devolva as colinas de Golã para a Síria e conclama “toda a comunidade internacional” para que isso ocorra o quanto antes.

Território disputado

O território norte de Israel, em especial as colinas de Golã são disputadas desde 1967, após a guerra dos Seis Dias. Citada na Bíblia com o nome de Basã, naquela região fica o monte Hermon.
Desde o fim da guerra, a região é ocupada e administrada pelo governo israelense. Foi anexada ao território de Israel em 1981. Contudo, a Síria ainda a reivindica como seu território.
No ano passado, quatro foguetes foram disparados contra o norte de Israel a partir da porção síria das Colinas de Golã. Oficialmente os danos foram apenas materiais, não deixando feridos.
Em maio, o jornal The Jerusalem Post denunciou que o Irã planejava atacar Israel em conjunto com os jihadistas a partir de suas bases sírias, localizadas a cerca de 15 km da fronteira.
O sheik Abu Mus’ab al-Zarqawi, um influente líder religioso iraniano, afirmou que “Aqueles [soldados] que estão lutando no Iraque, estão sempre com os seus olhos sobre Jerusalém”.

Fé, razão e emoção



devocional“Perguntaram-se um ao outro: Não estavam ardendo os nossos corações dentro de nós, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?”(Lucas 24.32)
Não há dúvida que a fé e a emoção são muito difíceis de serem separadas. Fala-se muito em fé e razão, numa preocupação de demonstrar que não são incompatíveis. Já quanto à fé e a emoção, elas naturalmente andam juntas. Essa proximidade entre a fé e a emoção levanta suspeita quanto à razão (a lógica) na visão de algumas pessoas. Especialmente aquelas menos dadas à emotividade. Mas, em se tratando de fé, como é a nossa emoção? Há propostas religiosas que torna a emoção o veículo da fé. Manter o coração acelerado é importante e, algumas vezes, a base para que os caminhos da religião sejam percorridos. Há outras em que a razão é a senhora que dita o caminho. A precisão das palavras guia a frieza que marca as relações com a vida e com as pessoas. Conquanto que satisfaça o critério da razão, não há necessidade de se produzir sentimentos de alegria. Neste caso, é melhor ter razão do que ser feliz!
O que aqueles discípulos no caminho  de Emaús sentiram ao caminhar com Jesus e ouvir Seu ensino? O que Jesus lhes disse era justamente a contradição de suas ideias. A razão estava no jogo. Eles estavam decepcionados com a crucificação, mas Jesus lhes mostrou foi que as Escrituras já prediziam aqueles fatos. A cruz não destruiu nada, ao contrário. A cruz fez parte do processo de consumação do  propósitos de Deus. Diante disso a esperança dos discípulos voltou, bem como a coragem. A sensação de que haviam perdido seu tempo transformou-se em convicção de que haviam feito a coisa certa ao seguir Jesus. O mundo interior deles foi colocado em ordem pelas palavras de Jesus. O Evangelho faz exatamente isso, pois ele nos leva à verdade sobre nós mesmos e sobre a vida. Nosso vazio é alimentado pelas ilusões que temos sobre ambos. Por isso o coração deles ardia. Eles se sentiram felizes e animados!
Não há como separar fé, emoção e razão, mas nem toda fé, nem toda razão (pensamento) e nem toda emoção no campo de nossa espiritualidade produz verdadeira vida. Considerando a emoção, é importante saber que ela não é inimiga da maturidade e do equilíbrio. O fato de pessoas desequilibradas e imaturas revelarem-se tantas vezes pela via da emoção não deve marginaliza-la aos nossos olhos. A experiência com Deus, o sentir Sua presença e discernir Seus preceitos, emociona. Emociona porque a vida se reorganiza e passamos a ver o que não víamos entender o que não entendíamos sentir diferente de como sentíamos diante dos mesmos fatos, sem que nada tenha mudado. A fé cristã é a fé da comunhão. Ela toca a razão e a emoção pelo caminho da fé. Que seu coração possa arder e sua mente ser iluminada pelo Cristo que morreu para nos dar vida!

JORNAL O BATISTA DIGITAL

Olá, 

     Esta edição de OJB destaca, mais uma vez, o Censo Batista 2016, que tem como objetivo fazer o levantamento do perfil e características das Igrejas Batistas filiadas à CBB. É muito importante que a sua Igreja participe desta pesquisa histórica para a denominação. No caderno de notícias, você saberá tudo o que aconteceu na Conferência Teológica da ABIBET, realizada em Recife - PE (página 09); o musical em comemoração pelos 106 anos do Colégio Batista Fluminense, em Campos dos Goytacazes - RJ, e muito mais! Boa leitura e que Deus te abençoe!
 

sábado, 12 de novembro de 2016

ARREPENDIMENTO E FÉ

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende (Lucas 15:7).

Arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus Cristo é o caminho da salvação para a humanidade (veja Atos 20:21). No evangelho de Lucas, encontramos um exemplo impressionante disso em um dos criminosos na cruz.

Dois ladrões foram crucificados ao lado do Senhor Jesus. Ambos tinham cometido crimes, foram presos e condenados à morte pela mais cruel execução que existia na época. Nesta situação, ouvimos ambos zombando. Eles, blasfemando, desafiavam o Homem pendurado entre eles (veja Mateus 27:44).

No entanto, de repente, acontece uma mudança em um deles. Ele corretamente censura seu cúmplice: “Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?”(Lucas 23:40). O temor de Deus era o que lhes faltava até então. Isso foi o que os levou a se perderem. Então, não deveria o temor de nosso santo Deus leva-los a se arrepender, agora que eles enfrentavam a morte?

A mudança de um deles é evidente no modo como ele fala em seguida: “E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam”. Ele admite que eles mereciam o castigo, mas reconhece a inocência do Homem no centro. Ele está tão convencido que exclama: “Este nenhum mal fez” (veja Lucas 23:39-41). Ele certamente observou como o Senhor Jesus se comportou quando foi crucificado e como Ele orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá (João 11:25).

Um dos dois criminosos crucificados com Jesus admitiu a sua culpa e declarou a inocência do Senhor, que estava pendurado no centro. Agora, virou-se para Ele: “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino” (Lucas 23:42).

Como poderia ser isso? Eles estavam enfrentando uma morte agonizante, mas um dos assaltantes falou de Jesus como um Rei que ia reinar! Isso é fé verdadeira – fé nAquele que estava prestes a entregar a Sua vida pelos pecadores. “ESTE É O REI DOS JUDEUS”. – Aquilo que os outros planejaram para ser uma expressão de desprezo e incredulidade, era verdade; este criminoso foi convencido disso. Em Jesus ele reconheceu o Cristo, o Filho de Deus, para quem a cruz não podia significar o fim.

Sua fé foi expressa em confiança. Naquilo que a sua vida pecaminosa dizia respeito, ele agora tinha paz, tendo confessado sua culpa. “Lembra-te de mim”, foi o seu único rogo. Tudo mais ele deixou para o Senhor Jesus.

Quão tocante é a resposta do Redentor à sua fé: “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43). O Senhor Jesus não iria se lembrar desse homem numa época indefinida no futuro; naquele mesmo dia sua alma salva iria entrar no paraíso com Ele. A obra da redenção é perfeita, de modo que até o grande fardo de culpa de um criminoso pode ser apagado, mediante a fé no Redentor para a salvação eterna.

Pastor é morto quando fazia evangelização na Baixada Fluminense

O pastor Marco Aurélio Bezerra de Lima, de 48 anos, foi morto quando fazia a evangelização de traficantes no bairro São Leopoldo, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na tarde desta sexta-feira.
O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Segundo o delegado Giniton Lages, o pastor foi baleado por um traficante. A ocorrência ainda está em andamento.

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Marco Lima fazendo evangelização – Reprodução/Facebook

O pastor deixou três filhos. Um deles, Jeremias Costa de Lima, de 23 anos, conversou com o amigo que estava com seu pai no momento do crime.
– Ele contou que meu pai estava sentado no carro, no banco do carona, mostrando as fotos de traficantes que ele conseguiu levar para a igreja. Foi quando veio um cara, que parecia alterado, e atirou nele. O tiro pegou no ombro e atravessou o peito. O amigo do meu pai acelerou o carro e o levou até o Corpo de Bombeiros. Em seguida, foram para o Joca (Hospital municipal Jorge Júlio Costa dos Santos), mas ele já estava morto – lamentou Jeremias.
O filho contou que a família está em choque:
– Ele nasceu e cresceu em São Leopoldo. E estava acostumado a evangelizar em favelas da região. A família está muito unida nesse momento.
Marco Lima foi candidato a vereador de Belford Roxo, em 2012, pelo DEM. Ele era pastor da Assembleia de Deus Missão Sem Fronteiras e, segundo seu Facebook, nasceu no Ceará.
Com informações do Jornal Extra
Fonte: http://www.adiberj.org/


    sexta-feira, 11 de novembro de 2016

    O Profeta e a Revelação

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    O termo “profeta” tem recebido nos dias atuais um atributo discordante do real sentido das escrituras e tem trazido não pouco dissabor as comunidades. Na sua etimologia trata-se de um porta voz, alguém que uma vez escolhido, recebe o dom de um relacionamento íntimo com Deus (YHWH), tornando-se anunciador da palavra que Ele desejou anunciar ao mundo.

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    Quando no ápice de sua revelação esta palavra se completou, a tarefa do profeta recebe um novo sentido. Entenda, quando Deus estava ainda anunciando o conteúdo da sua vontade para que estivesse registrado em palavras, ele se revelava ao seu escolhido ao qual anotava e transmitia ao povo, apenas lembrando, a Bíblia tem mais de quarenta autores (escolhidos). Hoje o papel do profeta continua o mesmo, anunciar a vontade de Deus expressa em sua palavra, que hoje está registrada num livro chamado Bíblia Sagrada. Quando alguém, uma vez tendo compreendido esta palavra, anuncia a sua interpretação ele faz o papel de profeta.
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    Difere-se da revelação, que se trata de um momento exclusivo e especial, onde segundo a sua soberania e majestade, Deus revela um fato ou acontecimento a um determinado servo, ao qual tem a missão e o fardo de anunciar na íntegra. Exige muita análise e cautela, pois jamais uma revelação virá sem pressuposto bíblico, é papel também do profeta analisar a revelação, pois esta jamais seguirá sem o background da santa palavra.

    http://doutorhermeneutica.blogspot.com.br/2016/11/o-profeta-e-revelacao.html