Papel de parede volta de Jesus
"ENTREGA TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARA".
SALMOS 37.5

sexta-feira, 31 de julho de 2015

AUMENTO DA POPULAÇÃO PODE PARAR A PROPAGAÇÃO DO EVANGELHO PELO MUNDO,DIZEM PESQUISADORES

Duraram 2 mil anos para que o Evangelho se espalhasse a partir da Igreja Primitiva para quase metade da população do mundo. Em 1900, 45,7% das pessoas em todo o mundo estavam cientes do Evangelho, segundo o Centro de Estudo do Cristianismo Global (CSGC). Cem anos depois, esse número cresceu para mais de 70%.

Tendo em conta que o número de organizações missionárias cresceu de 2.200 em 1970 para 5.100 em 2015, podemos supor que o mundo todo irá ouvir, em breve, as Boa Novas – mas não tão rápido, segundo o CSGC. Em 2050, a organização prevê que apenas mais 2% da população do mundo será evangelizada, totalizando 72%.

O motivo da "desaceleração" são os bebês, as outras religiões, e o minucioso trabalho de formação de discípulos

O "boom" do evangelismo no século 20 aconteceu, principalmente, pelo trabalho realizado entre os grupos tribais africanos, que não tinham vínculo com as principais religiões do mundo. O número de cristãos no continente passou de 7 milhões em 1900 para 470 milhões em 2010, de acordo com o Pew Research Center.

Por outro lado, no mesmo período, o número de muçulmanos na África cresceu de 11 a 234 milhões, enquanto o número dos praticantes de religiões tribais diminuiu de 76% para 13% dos africanos. Em outras palavras, a maioria das pessoas hoje que não ouviram o Evangelho já pertencem a uma grande religião, explica Todd Johnson, diretor CSGC.

A LÓGICA DO CRESCIMENTO
Os muçulmanos têm o maior número de jovens comparado a outras religiões: são 34% menores de 15 anos, em comparação com 27% de cristãos e 20% de budistas. Eles também têm as taxas mais altas de fertilidade do mundo: mulheres muçulmanas têm, em média, 3 filhos, enquanto mulheres cristãs têm 2 filhos, segundo um recente estudo da Pew.

Com base nisso, o estudo prevê que o Islamismo poderá ultrapassar o Cristianismo e ser a maior religião do mundo em 2050

Pew também afirma que antes de 2050, cerca de 9,4 milhões de muçulmanos vão deixar o Islã, enquanto cerca de 12,6 milhões irão se juntar à religião. Ao mesmo tempo, o cristianismo irá ganhar 40 milhões de adeptos, mas poderá perder 106 milhões. O pequeno crescimento mundial do cristianismo acontecerá principalmente por causa dos bebês.

Naturalmente, estas estimativas podem mudar, dependendo das futuras mudanças demográficas. Ainda assim, os futuros missionários, provavelmente, precisarão se concentrar em lugares como a China e a Índia para cumprir a Grande Comissão de Cristo.

"Se você não estiver evangelizando em uma área com um alto crescimento populacional, você está perdendo terreno", explica Johnson.

Em termos de números absolutos, a maioria dos restantes 2,6 bilhões de pessoas não alcançados no mundo estão na Índia (700 milhões) e na China (440 milhões).

FAZER DISCÍPULOS
Nos últimos anos, os grupos missionários têm focado no reforço de igrejas em países que já foram introduzidos no Evangelho, de acordo com o CSGC. De 1974 a 2000, 9 em cada 10 novos missionários foram enviados para plantar mais igrejas ou discipular novos crentes.

"As denominações e as redes missionárias são 100 vezes mais eficazes na plantação de igrejas onde já existem cristãos do que onde não há", disse Johnson. "Eles investem pesadamente nas duplicações".

Essa abordagem permite que as igrejas já estabelecidas cresçam, mas nem sempre leva à evangelização de grupos de pessoas não alcançadas. Em outras palavras, ele disse, "o Evangelho é fica presos em grupos de pessoas e incapaz de se mover."

Fonte: Guiame, com informações de Christian Today

JORNAL O BATISTA DIGITAL

Olá, jorgeLuis Alves da nobrega

O primeiro domingo de agosto é dedicado aos adolescentes batistas. Não deixe de parabenizá-los e mostrar o quanto são importantes no Reino de Deus. Nas páginas 08 e 09 você vai conhecer um pouco da história dos Adolescentes Batistas Cariocas e saber com detalhes como foi o Congresso deste ano. Trazemos também como destaque desta edição o nome do novo presidente e vice da Aliança Batista Mundial. Boa leitura!
 
 
 Em Cristo,
  
Sócrates Oliveira de Souza
Diretor Executivo
Convenção Batista Brasileira
www.batistas.com
 

domingo, 26 de julho de 2015

Deus bíblico pode ser fusão de vários deuses pagãos, dizem especialistas

Personalidade e atributos de Javé são compartilhados com outras divindades do Oriente.
Pai celestial El, jovem guerreiro Baal e até 'senhora' Asherah teriam sido influências.

A afirmação pode soar desrespeitosa para judeus ou cristãos, mas não está muito longe da verdade: Javé, o Deus do Antigo Testamento, parece ter múltiplas personalidades. Para ser mais exato, especialistas que estudam os textos bíblicos, lêem antigas inscrições encontradas nos arredores de Israel ou escavam sítios arqueólogicos estão reconhecendo a influência conjunta de diversos deuses pagãos antigos no retrato de Javé traçado pela Bíblia. 

A idéia não é demonstrar que o Deus bíblico não passa de mais um personagem da mitologia. Os pesquisadores querem apenas entender como elementos comuns à cultura do antigo Oriente Próximo, e principalmente da região onde hoje ficam o estado de Israel, os territórios palestinos, o Líbano e a Síria, contribuíram para as idéias que os antigos israelitas tinham sobre os seres divinos. As conclusões ainda são preliminares, mas há bons indícios de que Javé é uma fusão entre um deus idoso e paternal e um jovem deus guerreiro, com pitadas de outras divindades – uma delas do sexo feminino.

Foto: Reprodução
O deus cananeu El, retratado como um pai sábio e idoso, foi muito importante nos primórdios da religião israelita (Foto: Reprodução)

O ponto de partida dessas análises é o fundo cultural comum entre o antigo povo de Israel e seus vizinhos e adversários, os cananeus (moradores da terra de Canaã, como era chamada a região entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo em tempos antigos). A Bíblia retrata os israelitas como um povo quase totalmente distinto dos cananeus, mas os dados arqueólogicos revelam profundas semelhanças de língua, costumes e cultura material – a língua de Canaã, por exemplo, era só um dialeto um pouco diferente do hebraico bíblico.
 Memórias de Ugarit
Os cananeus não deixaram para trás uma herança literária tão rica quanto a Bíblia. No entanto, poucos quilômetros ao norte de Canaã, na atual Síria, ficava a cidade-Estado de Ugarit, cuja língua e cultura eram praticamente idênticas às de seus primos do sul. Ugarit foi destruída por invasores bárbaros em 1200 a.C., mas os arqueólogos recuperaram numerosas inscrições da cidade, nas quais dá para entrever uma mitologia que apresenta semelhanças (e diferenças) impressionantes com as narrativas da Bíblia. “Por isso, Ugarit é uma parte importante do fundo cultural que, mais tarde, daria origem às tribos de Israel”, resume Christine Hayes, professora de estudos clássicos judaicos da Universidade Yale (EUA).

Uma das figuras mais proeminentes nesses textos é El – nome que quer dizer simplesmente “deus” nas antigas línguas da região, mas que também se refere a uma divindade específica, o patriarca, ou chefe de família, dos deuses. “Patriarca” é a palavra-chave: o El de Ugarit tem paralelos muito específicos com a figura de Deus durante o período patriarcal, retratado no livro do Gênesis e personificado pelos ancestrais dos israelitas: Abraão, Isaac e Jacó.

Nesses textos da Bíblia há, por exemplo, referências a El Shadday (literalmente “El da Montanha”, embora a expressão normalmente seja traduzida como “Deus Todo-Poderoso”), El Elyon (“Deus Altíssimo”) e El Olam (“Deus Eterno”). O curioso é que, na mitologia ugarítica, El também é imaginado vivendo no alto de uma montanha e visto como um ancião sábio, de vida eterna.

Tal como os patriarcas bíblicos, El é uma espécie de nômade, vivendo numa versão divina da tenda dos beduínos; e, mais importante ainda, El tem uma relação especial com os chefes dos clãs, tal como Abraão, Isaac e Jacó: eles os protege e lhes promete uma descendência numerosa. Ora, a maior parte do livro do Gênesis é o relato da amizade de Deus com os patriarcas israelitas, guiando suas migrações e fazendo a promessa solene de transformar a descendência deles num povo “mais numeroso que as estrelas do céu”.
 Israel ou “Israías”?
Outros dados, mais circunstanciais, traçam outros elos entre o Deus do Gênesis e El: num dos trechos aparentemente mais antigos do livro bíblico, Deus é chamado pelo epíteto poético de “Touro de Jacó” (frase às vezes traduzida como “Poderoso de Jacó”), enquanto a mitologia ugarítica compara El freqüentemente a um touro. Finalmente, o próprio nome do povo escolhido – Israel, originalmente dado como alcunha ao patriarca Jacó – carrega o elemento “-el”, lembra Airton José da Silva, professor de Antigo Testamento do Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto (SP).

“É o nome do deus cananeu, mais um indício de que Israel surge dentro de Canaã, por um processo gradual”, diz Silva. Ele argumenta que, se Javé fosse desde sempre a divindade dos israelitas, o nome desse povo seria “Israías”. Isso porque o elemento adaptado como “-ías” em português (algo como -yahu) era, em hebraico, uma forma contrata do nome “Javé”. Curiosamente, o elemento se torna dominante nos chamados nomes teofóricos (ligados a uma divindade) dados a israelitas no período da monarquia, a partir dos séculos 10 a.C. e 9 a.C.

E esse nome (provavelmente Yahweh em hebraico; a sonoridade original foi obscurecida pelo costume de não pronunciar a palavra por respeito) é um enigma e tanto. As tradições bíblicas são um tanto contraditórias, mas pelo menos uma fonte das Escrituras afirma que Javé só deu a conhecer seu verdadeiro nome aos israelitas quando convocou Moisés para ser seu profeta e arrancar os descendentes de Jacó da escravidão no Egito. (A Moisés, Deus diz que apareceu a Abraão, Isaac e Jacó como “El Shadday”.) O problema é que ninguém sabe qual a origem de Javé, o qual nunca parece ter sido uma divindade cananéia, exatamente como diz o autor bíblico.
 Senhor do deserto
A esmagadora maioria dos arqueólogos e historiadores modernos não coloca suas fichas no Êxodo maciço de 600 mil israelitas (sem contar mulheres e crianças) do Egito, por dois motivos: a semelhança entre Israel e os cananeus e a falta de qualquer indício direto da fuga. Mas muitos supõem que um pequeno componente dos grupos que se juntaram para formar a nação israelita tenha sido formado por adoradores de Javé, que acabaram popularizando o culto. Quem seriam esses primeiros javistas? Uma pista pode vir de alguns documentos egípcios, que os chamam de Shasu – algo como “nômades” ou “beduínos”.

“Duas ou três inscrições egípcias mencionam um lugar chamado 'Yhwh dos Shasu', o que, para alguns especialistas, parece ser 'Javé dos Shasu'. Talvez sim, talvez não. Não temos como saber ao certo”, diz Mark S. Smith, pesquisador da Universidade de Nova York e autor do livro “The Early History of God” (“A História Antiga de Deus”, ainda sem tradução para o português).

“É menos provável que o culto a Javé venha de dentro da Palestina e da Síria, e um pouco mais plausível que ele tenha se originado em certas regiões da Arábia”, diz Airton da Silva. Mark Smith lembra que algumas das passagens poéticas consideradas as mais antigas da Bíblia – nos livros dos Juízes e nos Salmos, por exemplo – referem-se ao “lar” de Javé em locais denominados “Teiman” ou “Paran”. Aparentemente, são áreas desérticas, apropriadas para a vida de nomadismo. “Muitos especialistas localizam essa região no que seria o noroeste da atual Arábia Saudita, ao sul da antiga Judá [parte mais meridional dos territórios israelitas]”, diz Smith.
Foto: Reprodução
Baal, retratado como guerreiro (provavelmente a estatueta tinha uma lança na mão), lembra Javé por causa de sua luta contra monstros marinhos (Foto: Reprodução )
 Guerreiro divino
Seja como for, quando Javé entra em cena com seu “nome oficial” durante o Êxodo bíblico, a impressão que se tem é que ele já absorveu boa parte das características de um outro deus cananeu: Baal (literalmente “senhor”, “mestre” e, em certos contextos, até “marido”), um guerreiro jovem e impetuoso que acabou assumindo, na mitologia de Ugarit e da Fenícia (atual Líbano), o papel de comando que era de El.

Indícios dessa nova “personalidade” de Deus surgem no fato de que, pela primeira vez na narrativa bíblica, Javé é visto como um guerreiro, destruindo os “carros de guerra e cavaleiros” do Faraó e, mais tarde, guiando as tribos de Israel à vitória durante a conquista da terra de Canaã. Tal como Baal, Javé é descrita como “cavalgando as nuvens” e “trovejando”. E, mais importante ainda, uma série de textos bíblicos falam de Deus impondo sua vontade contra os mares impetuosos (como no caso do Mar Vermelho, em que as águas engolem o exército egípcio por ordem divina) ou derrotando monstros marinhos.

Há aí uma série de semelhanças com a mitologia cananéia sobre Baal, o qual derrotou em combate o deus-monstro marinho Yamm (o nome quer dizer simplesmente “mar” em hebraico) ou “o Rio” personificado. Na mitologia do Oriente Próximo, as águas marinhas eram vistas como símbolos do caos primitivo, e por isso tinham de ser derrotadas e domadas pelos deuses.

Javé também é associado à chuva e à fertilidade da terra pelos antigos autores bíblicos – atributos que aparecem entre as funções de Baal. Há, porém, uma diferença importante entre os dois deuses: outra narrativa de Ugarit fala do assassinato de Baal pelas mãos de Mot, o deus da morte, e da ressurreição do jovem guerreiro – provavelmente uma representação mítica do ciclo das estações do ano, essencial para a agricultura, já que Baal era um deus que abençoava a lavoura.

O lado guerreiro de Javé é talvez o mais difícil de aceitar para a sensibilidade moderna: quando os israelitas realizam a conquista da terra de Canaã, a ordem dada por Deus é de simplesmente exterminar todos os habitantes, e às vezes até os animais (embora, em alguns casos, os homens de Israel recebam permissão para transformar as mulheres do inimigo em concubinas).
Foto: Reprodução
Inscrição feita por ordem de Mesa, rei de Moab (país vizinho do antigo Israel): texto fala de genocídio por ordem divina, tal como se vê nos textos bíblicos (Foto: Reprodução )
Textos de outra nação da área, os moabitas (habitantes de Moab, a leste do Jordão) ajudam a lançar luz sobre esse costume aparentemente bárbaro. Um monumento de pedra conhecido como a estela de Mesa (nome de um rei de Moab em meados do século 9 a.C.) fala, ironicamente, de uma guerra de Mesa com Israel na qual o rei moabita, por ordem de seu deus, Chemosh, decreta o herem, ou “interdito”. E o herem nada mais é que a execução de todos os prisioneiros inimigos como um ato sagrado. Tratava-se, portanto, de um elemento cultural de toda a região.
 Lado feminino
Se a “múltipla personalidade” de Javé pode ser basicamente descrita como uma combinação de El e Baal, há uma influência mais sutil, mas também perceptível, de um elemento feminino: a deusa da fertilidade Asherah, originalmente a esposa de Baal na mitologia cananéia. Normalmente, Deus se comporta de forma masculina na Bíblia, e a linguagem utilizada para falar de sua relação com os israelitas é, muitas vezes, a de um marido (Deus) e a esposa (o povo de Israel). Mas o livro bíblico dos Provérbios, bem como alguns outras fontes israelitas, apresenta a figura da Sabedoria personificada, uma espécie de “auxiliar” ou “primeira criatura” de Deus que o teria auxiliado na obra da criação do mundo.

Segundo o texto dos Provérbios, Deus “se deleita” com a Sabedoria e a usa para inspirar atos sábios nos seres humanos. Para muitos pesquisadores, a figura da Sabedoria incorpora aspectos da antiga Asherah na maneira como os antigos israelitas viam Deus, criando uma espécie de tensão: embora o próprio Deus não seja descrito como feminino, haveria uma complementaridade entre ele e sua principal auxiliar. 

SBT EXIBE PARA CRIANÇAS DESENHO QUE APRESENTA 'CASAL' LÉSBICO


Na manhã do dia 22, estreou na programação do SBT o desenho “Avatar: A Lenda de Korra”. Foi exibido dentro do programa infantil “Bom Dia & Cia”, apresentada por Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos.
Embora ocupe um horário voltado para a faixa etária de crianças, a animação gerou polêmica nos Estados Unidos, no ano passado. Além da violência a protagonista Korra tem um relacionamento lésbico com a personagem Asami.
O SBT divulgou que comprou apenas as duas primeiras temporadas e que está ciente do capítulo que revela a sexualidade da protagonista, mas que ele faz parte da 4ª e última temporada.
“A Lenda de Korra” estreou em 2012 na TV americana. Mas foi forçado a mudar de horário por sua temática ser considerado “ousada e adulta” demais para ir ao ar pelas manhãs.  Sua classificação no Brasil é “não recomendável para crianças menores de 10 anos”.

O roteiro é uma variação de “Avatar: A Lenda de Aang”, que ainda é exibido no Brasil pelo canal pago Nickelodeon.  Korra é uma adolescente forte e corajosa escolhida para ser Avatar, pois tem um espírito capaz de controlar os quatro elementos da natureza. Embora domine três (água, fogo e terra), sai com seus três amigos (Mako, Bolin e Asami) na busca do último elemento, o ar.
Ela tenta libertar a Cidade República, das mãos do vilão Amon. Também luta contra espíritos na Tribo da Água do Sul, sua terra natal, além de enfrentar uma sociedade secreta disposta a implantar o caos no mundo. A revista norte-americana “Vanity Fair” classificou o desenho de “subversivo”.
No decorrer da história a protagonista adolescente acaba se envolvendo em um triângulo amoroso com os irmãos Mako e Bolin. Somente na terceira temporada, Korra se aproxima de Asami.
O final do desenho mostra Korra e Asami indo juntas, de mãos dadas, para o mundo espiritual.
O roteirista da série, Michael Dante DiMartino, confirmou em seu blog que havia um relacionamento homossexual entre Korra e Asami.
“Nossa intenção com a última cena foi deixar o mais claro possível que, sim, Korra e Asami têm sentimentos românticos uma pela outra. O momento em que elas entraram no portal espiritual simboliza sua evolução de amigas para um casal”, escreveu. 
Com informações UOL

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Missionária diz que ressuscitou, fala com Deus e faz milagres

Reprodução/YouTubeReprodução/YouTube

“Minha vida mudou quando eu quase morri”. A frase resume bastante o que tem sido a rotina de Bianca Toledo, a seguidora da Igreja Batista que afirma ser a prova viva de um milagre. E não para por aí: ela garante também que, ao sobreviver a um coma, passou a falar com Deus.

Tudo começou em outubro de 2010, qual do estava grávida e seu intestino rompeu. O bebê se salvou, nascendo prematuro, mas Bianca ficou 52 dias em coma. Depois disso, foram quatro meses internadas e um prontuário médico que impressiona — tanto quanto as fotos da época, que a mostram magra, quase sem cabelos.

A epopeia que a levou a voltar à vida e viver normalmente pôde ser acompanhada em um perfil no Instagram, duas páginas no Facebook e um canal no YouTube. Tanta exposição a fez ganhar muitos fãs, com vídeos que possuem mais de 400 mil visualizações — entre elas, o craque Neymar. Agora, o foco é lançar livros e até uma marca de camisetas.

“Saí do hospital com o poder da fé ativado”, explica Bianca em entrevista à revista Época. A missionária garante que tem a habilidade sobrenatural de curar, que já existia antes do “milagre” que ela viveu e que acabou aumentando muito após o fato. E para suas histórias de cura, ela traz testemunhas que já passaram por suas mãos.

Bianca durante o processo de recuperação no hospital (Arquivo Pessoal)Bianca durante o processo de recuperação no hospital (Arquivo Pessoal)

Flávia Medeiros, 31 anos e natural de Brasília, afirma que se curou de um câncer cerebral com o poder de Bianca. Segundo ela, a missionária orou e as dores que a impossibilitavam de fazer atividades comuns sumiram. Déborah Aguiar, 36 anos, é outra que conta dos milagres: segundo ela, a missionária rezou com as mãos em sua barriga e curou um problema de infertilidade — logo depois ela foi mãe de gêmeos.

Nascida em família católica não praticante, Bianca virou evangélica ao sair de casa aos 16 anos. Segundo a mãe, era a única da família que dizia gostar de Deus. Desde pequena, tentava conversas com Ele. Agora, acredita que ouve respostas e consegue as passar para as pessoas que a seguem.

terça-feira, 21 de julho de 2015

DEUS É CONTIGO EM TODO O TEMPO

E hoje sabereis que falo, não com vossos filhos, que o não sabem, e não viram a instrução do Senhor vosso Deus, a sua grandeza, a sua mão forte, e o seu braço estendido; Deuteronômio 11:2.

Por mais contraditória que seja a situação que está a nos envolver, Deus nunca nos desamparou, mesmo que tenhamos todos os motivos para duvidar dessa palavra.

A verdade é que, Deus sempre quis agir em nossa defesa, a razão de Deus muitas vezes nos ver passando por tribulações e não fazer nada é, porque, Ele fica simplesmente esperando que o chamemos. Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, nunca desamparaste os que te buscam (Salmos 9:10).

Deus é uma pessoa extremamente educada de princípios nobre, realeza divinal, caráter inquestionável, apesar de, Ele ser Deus, e, possuir total domínio sobre todas as coisas, de saber que tudo submete-se as suas ordens, no entanto, Ele não é tirano, Ele não manipula o Poder só para mostrar que é superior, Ele não hostiliza ninguém para dizer que é Ele quem manda. Deus falou uma vez; duas vezes ouvi isto: que o poder pertence a Deus, (Salmos 62:11).

Quem tem autoridade, não precisa provar nada para ninguém, este, é reconhecido apenas no ouvir o soar do seu nome.

Deus sabe muito bem quem Ele é, e o poder que Ele tem, nós, é que ainda não entendemos isso. Se absorvêssemos isto e tivéssemos o convidado para fazer parte da nossa vida sem reservas, Ele já teria realizado uma forma de nos livrar dentro do problema.

Se acreditarmos nisto ou não, isso não vai alterar quem Ele é, Ele continuará sendo Deus Poderoso e reinando em majestade, no entanto nós, longe dele e descrente do seu agir, seremos como palhas secas manipuladas por ventos.

Se, Deus quiser pegar toda a humanidade de uma só vez, e, fazer um bolinho dentro das suas mãos, Ele pode nos amassar e deixa sair às fagulhas por entre os seus dedos, no entanto, se toda a humanidade arquitetar os mais excelentes planos para pegar a Deus, conseguirá? Devemos lembrar que somos carne e nada podemos contra Deus, mais Deus pode tudo contra ou ao nosso favor.Porque se lembrou de que eram de carne, vento que passa e não volta (Salmos 78:39).

Deus fez o Ser humano com livre arbítrio, então, se quando Ele visualizasse alguém em situação ruim e fosse tomar a frente sem ser chamado, Ele estaria negando a sua natureza divina. Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo, (2 Timóteo 2:13)

Se Deus resolver os nossos problemas sem pedirmos a sua ajuda, Ele estaria extrapolando aquilo que Ele próprio implantou, a livre iniciativa de escolha. Mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas, voluntário (Filemom 1:14)

Eu decido a quem devo seguir, eu decido qual será o meu futuro, as minhas escolhas são eu quem as faço, o caminho da vida e da morte está disponível, eu, quem resolvo por onde caminhar. Mais entre eu decidir, e, Deus aprovar a minha decisão, há uma enorme distancia, porque Deus não irá aprovar uma decisão minha errada, Ele só irá fazer acontecer o meu desejo, quando aquilo que eu quero está em acordo à vontade Dele. O coração do homem planeja o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos(Provérbios 16:8-9).

Agora, Se, o chamarmos para Ele assumir a liderança das nossas vidas, deixar ao seu dispor nossos planos e projetos, certamente teremos muitas vitorias. Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos(Provérbios 16:3).

Logo, entendo que, se está acontecendo em nossas vidas situações ruins e ainda não vimos o agir de Deus, é porque ainda não pedimos a sua ajudar. Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á (Mateus 7:7), E, Se pedimos e não recebemos foi porque pedimos mal, Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites (Tiago 4:3).

Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas (1 Coríntios 15:27), Sujeite a sua vida nas mãos de Deus e verás o que Ele fará por você.

Pra Elza Carvalho

Pergaminho de 1.500 anos com trecho do Levítico é decifrado graças à tecnologia

Foto mostra os textos original e o decifrado do que se acredita ser o início do livro de Levítico em pergaminhos de 1500 anos, encontrados no Mar Morto (Foto: AFP Photo/Gali Tibbon)


G1

As novas tecnologias permitiram, pela primeira vez, decifrar um dos mais antigos pergaminhos hebraicos existentes, de 15 séculos de idade, encontrado perto do Mar Morto - informaram especialistas israelenses e americanos nesta segunda-feira (20).

O deteriorado pergaminho foi encontrado em 1970, entre as cinzas de uma sinagoga em Ein Gedi, perto do Mar Morto.

Até agora, os investigadores tinham sido incapazes de lê-lo, em razão de seu estado precário.

"A mais avançada tecnologia nos permitiu desvendar o pergaminho, que fazia parte de uma Bíblia de 1.500 anos de idade", explicou Pnina Shor, da Autoridade Israelense de Antiguidades, em coletiva de imprensa em Jerusalém.

Quando foi descoberto, o texto não pôde ser decifrado, afirmou Sefi Porat, membro da equipe que extraiu o pergaminho queimado, há 45 anos.

O fragmento, de sete centímetros de comprimento, que se parece com um pedaço de carvão, contém os oito primeiros já conhecidos versículos do livro de Levítico da Bíblia, que descreve as regras dos sacrifícios rituais, relatou Pnina Shor, aparentemente sem grandes diferenças com relação ao texto bíblico atualmente utilizado.

Lena Liebman, do laboratório de conservação dos pergaminhos do Mar Morto, mede um fragmento de pergaminho queimado na segunda (20), em laboratório em Jerusalém (Foto: AFP Photo/Gali Tibbon)


Os especialistas fizeram um escaneamento tridimensional, que foi, então, enviado para o Departamento de Informática da Universidade de Kentucky. A instituição desenvolveu um programa de imagem digital que possibilitou a projeção das primeiras imagens legíveis na semana passada.





Deputado diz que Globo, SBT e Band "violentam religião e família"

Deputado Victório Galli volta a criticar programas de TV que "violentam religiões e famílias"
DA REDAÇÃO 
Em pronunciamento na Câmara Federal, 
o deputado Victório Galli (PSC-MT) 
criticou programas de TV, que, 
segundo ele, estão confundindo
 liberdade de expressão com baixaria,
 “violentando as religiões e as famílias”.

O parlamentar citou o SBT, com o
 “Programa Silvio Santos” aos domingos,
 "em clara ofensa à religião católica, 
trazendo pegadinhas com personagens
 usando as indumentárias de padres 
e freiras, em cenas e textos ridículos 
que ferem a decência, a honra e a modéstia".

Para completar, disse Victório, vem a TV Bandeirantes com o “Pânico na Band”, zombando dos evangélicos; 
e a TV Globo, com novelas que afrontam as religiões e as famílias brasileiras.

“Tenho recebido manifestações de muitas famílias brasileiras, pessoalmente, ou pelas redes sociais, 
reclamando do abuso que vai se tornando rotina na programação de algumas emissoras de televisão 
brasileiras”, disse o deputado.

Quanto ao “Pânico na Band”, Victório Galli criticou o quadro “A Igreja do Poderoso”. Protagonizado por um
 humorista, o “poderoso”, conduzia o “culto”, a si próprio com palavrões, assistentes seminuas e um 
bate-papo com o satanás, “com o propósito de ridicularizar os evangélicos”.

Para o deputado, a novela da Globo “Sete Vidas”, que acabou na semana passada, foi uma “propaganda 
do homossexualismo”, envolvendo crianças no elenco, e até tentando mostrar que incesto é um tabu religioso,
 “numa clara violência aos ensinamentos religiosos e à tradição da família brasileira. Um absurdo!”

A TV Globo, disse Galli, insiste no tema: mostrou o beijo gay de dois homens na novela “Amor à vida” e,
 depois, foram duas mulheres no folhetim “Em Família”.

“Saiu “Sete Vidas”, mas continua “Babilônia”, que violentou a família brasileira ao apresentar, no primeiro
 capítulo, um casal de mulheres idosas, com um beijo homoafetivo. Não deu outra: a Globo enfrenta até hoje 
a rejeição do público e perde audiência pela apologia à homossexualidade”, disse o deputado.

Interesse público

“Os concessionários do serviço público de radiodifusão recebem delegação do Estado para atender a
 finalidades e interesses públicos. Eu questiono, portanto: onde está o interesse público dessas 
programações a que me refiro?”, questionou.

Para o deputado, os concessionários e profissionais de comunicação das emissoras de TV, sejam eles,
 autores produtores e diretores, “precisam ter a consciência” de que liberdade de expressão não dá direito
 a baixarias. “Junto à liberdade de expressão vem a responsabilidade”.

Victório Galli citou o Artigo 208 do Código Penal, que define que é crime, sujeito a detenção e multa, 
“escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar 
cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

O deputado pediu para que todas as famílias “que se sentirem violentadas” com programas de baixo 
nível 
apresentem denúncias para manifestação do Ministério Público, que deve zelar pela observância e
 o cumprimento da lei”.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

COMO DISCERNIR UM PROFETA E SUA PROFECIA

E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. Mateus 24.11

- PELOS FRUTOS QUE O PROFETA APRESENTA NA SUA VIDA. OBSERVE A SUA MANEIRA DE VIVER – LEIA: S.MT.7:16-18: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos; porém a árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons”.

- A PROFECIA QUE SAIU DA BOCA DO PROFETA GLORIFICA A CRISTO? SE NÃO GLORIFICAR NÃO PROVEM DELE. LEIA: JO. 16.14 E AP.19.10: “Ele me glorificará, porque receberá do que é meu, e vo-lo anunciará”. “… adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”.

- A PROFECIA CONCORDA COM A PALAVRA DE DEUS, POIS TODA PROFECIA ESTARÁ DE ACORDO COM A PALAVRA. LEIA: JO 15.7; IJO 14: “Se vós permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será feito”. “E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve”.

- VEJA SE A PROFECIA SE CUMPRIU. LEIA: DT. 18.20-22: “ Mas o profeta que tiver a presunção de falar em meu nome alguma palavra que eu não tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. E, se disseres no teu coração: Como conheceremos qual seja a palavra que o Senhor falou? Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás”.

- MESMO QUE SE CUMPRA, CUIDADO. DT. 13:1-5 – NEM TUDO QUE PARECE BOM E ESPIRITUAL É REALMENTE VERDADEIRO: “Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses que nunca conhecestes, e sirvamo-los, não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis. E aquele profeta, ou aquele sonhador, morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos desviar do caminho em que o Senhor vosso Deus vos ordenou que andásseis; assim exterminareis o mal do meio vós”.

- ESTA PROFECIA ESTARÁ PRODUZINDO LIBERDADE OU ESCRAVIDÃO? LEIA: RM 8.15; IITM.1:7: “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai!” “Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”.

- SAIBA QUE A UNÇÃO DE DEUS TE REVELARÁ SE DEUS LIBEROU A REFERIDA PROFECIA, POR ISSO É IMPORTANTE ESTAR EM COMUNHÃO COM DEUS. IJO 2.20 E 27: “ Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento”. “E quanto a vós, a unção que dele recebestes fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como vos ensinou ela, assim nele permanecei”.

Artigo compilado  / CACP